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Estádio dos Barreiros XXI
No dia 5 de Maio de 1957, realizou-se, às 15.30 horas, a inauguração do Mitico Estádio dos Barreiros, presidida pelo então Ministro das Obras Públicas o Eng. Arantes de Oliveira. A inauguração, com 12 mil espectadores presentes. Desde então, muitas pequenas obras foram efectuadas no Estádio, para o adaptar, às necessidades dos nossos dias, mas que o alteraram radicalmente. Destacamos a introdução das 8 pistas de Atletismo, o corte da Bancada Lateral Norte, a alteração dos bares a sul e nas laterais, a alteração da tribuna, a construção de cabines de imprensa, a construção de um ginásio, o desvio do campo relvado do centro do Estádio, a redução da área do recinto de jogo, a reconversão do peão em zona de bancadas e a colocação de cadeiras plásticas individuais, para os espectadores.
Com a entrada no novo milénio e com o clube em franco crescimento face ao topo do futebol português, incluindo participações em provas da UEFA, tornou-se evidente a necessidade de intervenção profunda no espaço.
O Club Sport Marítimo desencadeou um concurso público baseado num projecto base que inclui, como todos os novos espaços europeus deste tipo, zonas para (futuras) estruturas “comerciais” como era apanágio (inscrito no Programa) do Governo Regional, desde a primeira hora, quando se disponibilizou para a concessão do apoio público necessário.
O Governo Regional da Madeira determinou a capacidade máxima (adaptando-a à realidade regional), em 9.000 espectadores. O projecto salvaguarda as condicionantes da UEFA para ali ocorrerem os eventos da sua jurisdição, incluindo questões de segurança, comodidade, acessos e estacionamentos. O que foi confirmado pelo observador da Liga Portuguesa de Futebol Profissional em Agosto de 2009 numa sua visita à Região.
O projecto base garante, também, o necessário ambiente desportivo (bancadas em todo o redor do campo relvado e o mais próximo possível deste) e, dessa forma, distribuindo mais os espectadores, assegura um menor desenvolvimento das bancadas em altura e a redução do respectivo impacto volumétrico. Na zona da actual Central, desenvolve-se até apenas 1 piso acima da cota da estrada, em oposição a um projecto alternativo (que um dos empreiteiros apresentou a concurso) onde a cota subiria a mais de 15 (quinze) metros....
Garantidas as condições determinadas no acto de cedência de 1937 (realização de obras, manutenção e disponibilidade do Estádio como tal) aplicáveis a cerca de metade da área actual, o projecto reserva, também, espaços para actividades complementares (comerciais) que permitirão assegurar a rentabilização futura da estrutura, de forma inédita na Região.
O Projecto Base desenvolvido pelo clube foi colocado a concurso com admissão de variantes permitindo fasear a obra, considerando e separando (temporal e financeiramente) a componente desportiva (recinto de jogos) e conexa (bancadas, balneários, apoios ao espectáculo) da restante parte, comercial (que pode ser posteriormente concretizada e financiada da forma e na altura que for possível, à medida que se encontram parceiros investidores). Ao definir a verba a financiar, em 31,5 milhões de euros, o Governo Regional assegurou desde já ao Clube a possibilidade de avançar de imediato com a construção da componente desportiva prevista no Projecto Base, sem necessidade de mais verbas. Apesar do preço base ter sido definido em 46,5 milhões, a qualidade do terreno de implantação da bancada nascente permitiu que a melhor proposta para a construção se fixasse abaixo deste valor. A mais cara atingiu os 51 milhões (este empreiteiro apresentou um projecto alternativo ao colocado a concurso com volume de construção mínima, limitado à componente desportiva). A obra está a decorrer desde Agosto de 2009 prevendo-se a respectiva inauguração a tempo do centenário do Clube Sport Marítimo, em 2010. Iniciou-se na zona da bancada nascente, permitindo que decorram, sem problemas, os jogos caseiros da Época 2009/2010 da Liga Sagres. O relvado sofreu uma aproximação à bancada poente em cerca de 7 metros.
O Club Sport Marítimo desencadeou um concurso público baseado num projecto base que inclui, como todos os novos espaços europeus deste tipo, zonas para (futuras) estruturas “comerciais” como era apanágio (inscrito no Programa) do Governo Regional, desde a primeira hora, quando se disponibilizou para a concessão do apoio público necessário.
O Governo Regional da Madeira determinou a capacidade máxima (adaptando-a à realidade regional), em 9.000 espectadores. O projecto salvaguarda as condicionantes da UEFA para ali ocorrerem os eventos da sua jurisdição, incluindo questões de segurança, comodidade, acessos e estacionamentos. O que foi confirmado pelo observador da Liga Portuguesa de Futebol Profissional em Agosto de 2009 numa sua visita à Região.
O projecto base garante, também, o necessário ambiente desportivo (bancadas em todo o redor do campo relvado e o mais próximo possível deste) e, dessa forma, distribuindo mais os espectadores, assegura um menor desenvolvimento das bancadas em altura e a redução do respectivo impacto volumétrico. Na zona da actual Central, desenvolve-se até apenas 1 piso acima da cota da estrada, em oposição a um projecto alternativo (que um dos empreiteiros apresentou a concurso) onde a cota subiria a mais de 15 (quinze) metros....
Garantidas as condições determinadas no acto de cedência de 1937 (realização de obras, manutenção e disponibilidade do Estádio como tal) aplicáveis a cerca de metade da área actual, o projecto reserva, também, espaços para actividades complementares (comerciais) que permitirão assegurar a rentabilização futura da estrutura, de forma inédita na Região.
O Projecto Base desenvolvido pelo Club Sport Marítimo e colocado a concurso com admissão de variantes permite fasear a obra, considerando e separando (temporal e financeiramente) a componente desportiva (recinto de jogos) e conexa (bancadas, balneários, apoios ao espectáculo) da restante parte, comercial (que pode ser posteriormente concretizada e financiada da forma e na altura que for possível, à medida que se encontram parceiros investidores). Ao definir a verba a financiar, em 31,5 milhões de euros, o Governo Regional assegurou desde já ao Clube a possibilidade de avançar de imediato com a construção da componente desportiva prevista no Projecto Base (ver maquete), sem necessidade de mais verbas. Apesar do preço base ter sido definido em 46,5 milhões, a qualidade do terreno de implantação da bancada nascente permitiu que a melhor proposta para a construção se fixasse abaixo deste valor. A mais cara atingiu os 51 milhões (este empreiteiro apresentou um projecto alternativo ao colocado a concurso com volume de construção mínima, limitado à componente desportiva). A obra está a decorrer desde Agosto de 2009 prevendo-se a respectiva inauguração a tempo do centenário do Clube Sport Marítimo, em 2010. Iniciou-se na zona da bancada nascente, permitindo que decorram, sem problemas, os jogos caseiros da Época 2009/2010 da Liga Sagres. O relvado sofreu uma aproximação à bancada poente em cerca de 7 metros.